No Mega Partners 2026, um dos talks que mais provocou empresários e empreendedores foi a conversa entre Zé Rubens e Joel Jota.
O tema central foi direto, provocativo e extremamente atual: como buscar novos lucros através de redes sociais, posicionamento, vendas, relacionamento e autoridade.
Em um mercado cada vez mais competitivo, onde conquistar clientes ficou mais caro e mais demorado, a mensagem do palco foi clara: quem não constrói diferenciação, autoridade e proximidade, perde espaço.
E mais do que isso: perde dinheiro.
O dinheiro que muita empresa não enxerga
Joel trouxe uma ideia poderosa: existem três tipos de dinheiro dentro de um negócio.
O primeiro é o dinheiro que entra.
O segundo é o dinheiro que sai.
E o terceiro é o dinheiro que está na mesa.
Esse terceiro tipo é o mais interessante, porque ele representa aquilo que a empresa ainda não enxergou, mas poderia estar capturando. É o dinheiro do ponto cego. É o lucro que existe, mas ainda não foi transformado em oferta, em posicionamento, em canal de aquisição ou em relacionamento.
Em outras palavras: o novo lucro muitas vezes não está em fazer mais do mesmo. Está em perceber oportunidades que já estão ao redor da empresa, mas ainda não foram ativadas.
Rede social deixou de ser vitrine e virou canal de lucro
Se no passado o dono da empresa costumava ficar nos bastidores, focado apenas na gestão, hoje o cenário mudou. O consumidor está no Instagram, no WhatsApp, no YouTube, no LinkedIn e em vários outros canais digitais. E isso transforma a presença do empresário em um ativo comercial.
O que antes parecia estranho (o fundador gravando conteúdo, participando de podcast, escrevendo, palestrando e aparecendo no digital) agora se tornou uma vantagem competitiva.
A lógica é simples: onde está a atenção do mercado, também está a oportunidade de gerar confiança, influência e vendas.
Quando o dono aparece, se posiciona e compartilha visão, ele fortalece a marca e reduz a distância entre empresa e cliente.
Founder Led Growth: crescimento liderado pelo fundador
Joel citou no palco o conceito de Founder Led Growth, ou seja, o crescimento liderado pelo fundador.
Na prática, isso significa que o empresário não pode mais enxergar sua imagem e sua voz como algo separado do crescimento da empresa. O fundador virou mídia. Virou canal. Virou ponto de autoridade.
Isso não quer dizer abandonar a gestão para virar influenciador. Quer dizer usar a própria experiência, repertório e visão de mercado para construir percepção de valor.
Empresas que entendem isso conseguem crescer com mais força porque deixam de disputar apenas por preço. Elas passam a disputar por confiança, diferenciação e autoridade.
Em um mercado mais concorrido, só existem dois caminhos
Em uma guerra de oferta, existem basicamente duas formas de vencer:
A primeira é pelo preço.
A segunda é pela diferenciação.
Se a empresa não constrói diferenciação, ela entra numa disputa perigosa, onde o cliente compara apenas números e escolhe quem cobra menos. Nesse cenário, margem vira problema e o negócio perde força.
Mas quando há proposta de valor clara, autoridade e posicionamento, a comparação deixa de ser puramente financeira. O cliente passa a enxergar algo diferente, algo que justifica a escolha.
Esse ponto é essencial para qualquer empresa que deseja crescer de forma saudável. Porque crescer sem diferenciação quase sempre significa crescer com pressão de preço, margem espremida e dificuldade de sustentar resultados.
Confiança acelera a venda
Quanto maior a confiança, maior a velocidade de compra.
Quanto menor a confiança, mais lenta a decisão.
E o que aumenta a confiança hoje? Conteúdo consistente.
Não basta aparecer uma vez ou outra. Não basta publicar quando sobra tempo. O que constrói percepção no mercado é consistência. É repetição. É presença contínua.
Ao gerar conteúdo com frequência, o empresário reduz a incerteza do cliente. Ele mostra conhecimento, visão, experiência e domínio. E isso impacta diretamente a última linha da planilha: o lucro.
Porque confiança não é só branding. Confiança vende.
Tem dinheiro no Instagram, no LinkedIn, no WhatsApp e no podcast
Os novos lucros podem estar escondidos em canais que muitos empresários ainda subestimam.
Tem dinheiro no Instagram.
Tem dinheiro no LinkedIn.
Tem dinheiro no podcast que ainda não existe.
Tem dinheiro no WhatsApp.
Tem dinheiro na indicação.
Tem dinheiro no relacionamento.
Tem dinheiro na proximidade.
Esse olhar é importante porque muda a forma como o empresário enxerga o digital. Em vez de tratar as plataformas apenas como ferramentas de postagem, ele começa a vê-las como estruturas de aquisição, conexão e conversão.
A rede social deixa de ser só comunicação. Ela passa a ser ativo comercial.
Proximidade gera novos produtos e novas receitas
De acordo com Joel, um dos grandes motores de crescimento foi justamente ficar mais próximo, mais envolvido e mais conectado aos projetos dos clientes. É nesse contato mais profundo que surgem novas demandas, novas ofertas e até novos produtos.
Muitas vezes, a empresa não precisa criar algo do zero. Ela precisa ouvir melhor.
Ao aumentar a proximidade, o empresário descobre dores que ainda não haviam sido nomeadas. E, quando percebe essas dores antes dos outros, encontra novos espaços de monetização.
Essa lógica serve para qualquer negócio: quanto maior o relacionamento, maior a chance de descobrir dinheiro novo.
Fato novo é igual a dinheiro novo
Fato novo é igual a dinheiro novo.
Essa ideia é especialmente poderosa quando aplicada à base de clientes que a empresa já possui. Em vez de pensar apenas em vender para clientes novos, o empresário pode criar novas ofertas, novos formatos, novos benefícios e novas experiências para clientes antigos.
Cliente antigo reage bem a novidade.
Cliente antigo responde a nova proposta de valor.
Cliente antigo compra quando percebe um novo motivo.
Isso mostra que nem sempre o crescimento depende de ampliar audiência. Muitas vezes, ele depende de criar uma oferta nova para quem já confia na marca.
Quem vende não depende
Quem vende não depende.
No fim das contas, novos lucros exigem musculatura comercial. Exigem capacidade de gerar demanda, conduzir conversa, criar percepção de valor e transformar oportunidade em negócio.
A empresa que sabe vender se torna mais forte, mais resiliente e menos vulnerável ao mercado.
Por isso, posicionamento, conteúdo, autoridade, relacionamento e vendas não são áreas separadas. Elas fazem parte da mesma engrenagem.
Conteúdo gera confiança.
Confiança abre conversa.
Relacionamento aumenta valor percebido.
E venda transforma tudo isso em resultado.
Posicionamento não nasce pronto. Ele é construído
Joel contou que, quando decidiu ocupar um espaço específico no mercado, não tinha todos os caminhos prontos. Mas tinha clareza sobre quem queria se tornar e como queria ser visto.
Essa parte da conversa conversa diretamente com o Zé e com a ideia de novos lucros.
No mercado, quem repete sua mensagem com clareza, consistência e identidade acaba ocupando território na mente das pessoas. Posicionamento não é apenas estética ou comunicação bonita. É associação mental.
Se o mercado começa a ligar seu nome a um conceito, um resultado ou uma transformação específica, você ganha espaço. E, quando ganha espaço, ganha valor.
O ecossistema também define o tamanho do seu crescimento
Empresas e empresários costumam crescer até o limite do ecossistema em que estão inseridos. Quando o ambiente é pequeno, limitado ou pouco provocativo, a tendência é que o negócio também opere abaixo do seu potencial.
Por isso, mentoria, networking e convivência com empresários mais avançados podem acelerar tanto o crescimento. Não apenas pelo conteúdo, mas pelo nível de provocação, contato, acesso e expansão de visão.
Ambiente certo muda padrão.
Padrão muda ação.
Ação muda resultado.
O que esse talk ensina para empresários na prática
Se a gente transformar o talk em direção prática, a mensagem é muito clara:
Sua empresa pode estar deixando dinheiro na mesa.
Seu posicionamento pode estar abaixo do seu potencial.
Sua rede social pode estar subutilizada.
Seu relacionamento com clientes pode estar fraco.
Sua oferta pode precisar de um fato novo.
E tudo isso impacta diretamente sua capacidade de crescer.
O mercado ficou mais competitivo. O cliente compara mais. O custo de aquisição subiu. Nesse cenário, confiar apenas em indicação espontânea ou em ações isoladas deixou de ser suficiente.
Hoje, crescer exige presença, clareza, relacionamento, vendas e consistência.
Quer encontrar novos lucros no seu negócio?
Se existe algo que ficou claro no talk entre Zé Rubens e Joel Jota é que muitos empresários ainda deixam dinheiro na mesa.
Falta posicionamento, estratégia digital, geração de autoridade e processos de marketing que realmente tragam resultado.
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